quarta-feira, 2 de junho de 2010

Paçoca fácil


Ingredientes

Rende de 15 a 20 unidades

•1/2 embalagem de biscoito de leite (400 g)
•500 g de amendoim, torrado e sem pele
•1 lata de leite condensado

Modo de Preparo

Leve ao processador o biscoito, o amendoim e bata até obter uma farofa. Numa tigela funda acrescente a farofa de biscoito com amendoim, o leite condensado e misture bem. Num refratário médio, espalhe bem a paçoca e leve a geladeira por três horas. Retire da geladeira, corte em quadradinhos e sirva a seguir.

Receita cedida pela marca de biscoitos Zabet
SAC Zabet - 0800 702 1118

Fonte: site da revista Menequim - Ed. Abril

A origem da Festa Junina no Brasil e suas influências


Junho é o mês de São João, Santo Antonio e São Pedro. Por isso, as festas que acontecem em todo o mês de junho foi chamada de "Festa Joanina", especialmente em homenagem a São João.


O nome joanina teve origem, segundo alguns historiadores, nos países europeus católicos no século IV. Quando chegou ao Brasil foi modificado para junina. Trazida pelos portugueses, logo foi incorporada aos costumes dos povos indígenas e negros.

A influência brasileira na tradição da festa pode ser percebida na alimentação, quando foram introduzidos o aimpim (mandioca), milho, jenipapo, o leite de coco e também nos costumes, como o forró, o boi-bumbá, a quadrilha e o tambor-de-crioula. Mas não foi somente a influência brasileira que permaneceu nas comemorações juninas. Os franceses, por exemplo, acrescentaram à quadrilha, passos e marcações inspirados na dança da nobreza européia.

Já os fogos de artíficio, que tanto embelezam a festa, foram trazidos pelos chineses.

A dança-de-fitas, bastante comum no sul do Brasil, é originária de Portugal e da Espanha.

Para os católicos, a fogueira, que é maior símbolo das comemorações juninas, tem suas raízes em um trato feito pelas primas Isabel e Maria. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel acendeu uma fogueira sobre o monte.

No Nordeste do país, existe uma tradição que manda que os festeiros visitem em grupos todas as casas onde sejam bem-vindos levando alegria. Os donos das casas, em contrapartida, mantêm uma mesa farta de bebidas e comidas típicas para servir os grupos. Os festeiros acreditam que o costume é uma maneira de integrar as pessoas da cidade. Essa tradição tem sido substituída por uma grande festa que reúne toda a comunidade em volta dos palcos onde prevalecem os estilos tradicionais e mecânicos do forró.

Fonte: site terra.com

Cultura e alimentação

Área de Conhecimento: Diversidade Cultural

Periodicidade: 1º semestre de 2010.

Justificativa: A escolha pelo tema alimentação dentro da proposta geral do projeto se deu em razão de observar (em momento do recreio ou roda de conversa sobre o que comem) o quanto as crianças se alimentam mal. Assim, comparar estilos diferentes de alimentação (indígena e a nossa) e tentar compreender o porque disto acontecer, além de acrescentar conhecimentos teóricos poderá contribuir para novas escolhas dos alunos com relação à sua alimentação.



Objetivos:

Conhecer e valorizar a cultura indígena.

Reconhecer contribuições da cultura indígena presentes na nossa sociedade.

Conhecer os costumes alimentares indígenas estabelecendo uma comparação com os hábitos alimentares das nossas crianças.

Conhecer a importância das lendas para a cultura indígena.


Conteúdos:

Alimentação;

Lendas;


Etapas Previstas:

Assistir ao filme Tainá 1;

Promover uma roda de conversa para falar sobre o filme e o que as crianças sabem sobre índios;

Preparar coletivamente uma lista de observações do filme com relação à cultura indígena (ex: gosta e protege a natureza, pinta o rosto, não usa roupas ou usa poucas roupas, etc);

Assistir ao filme Tainá 2;

Levantar aspectos do novo filme – qual assunto principal da trama? Retomar novas características que possam aparecer neste com relação à cultura indígena e, se precisar, acrescentá-las à lista já elaborada;

Explicar às crianças sobre o foco do nosso projeto – tema: alimentação e lançar a pergunta: O QUE COMEM OS ÍNDIOS? Anotar hipóteses dos alunos;

Fazer uma pesquisa com a turma: Qual seu alimento preferido?

Montar um gráfico com os resultados;

Pesquisar sobre a alimentação indígena e trazer dados e imagens às crianças. Salientar a base alimentar de cada cultura – seja ela qual for – com relação à disponibilidade que se tem (ex: a base alimentar indígena está diretamente relacionada ao tipo de alimento que têm disponível na mata assim como a nossa também);

Conversar com as crianças sobre os benefícios dos alimentos e danos que alimentos ruins podem causar (ex: excesso de doces ou massas, não se alimentar corretamente, etc)

Trazer as lendas da mandioca e do milho (tão presentes na alimentação indígena) e falar sobre a importância deles nesta alimentação;

Preparar com as crianças um bolo de milho para degustação (falar da receita – enquanto gênero textual);



SUGESTÃO DE PRODUTO FINAL PARA A MOSTRA: elaboração de um painel informativo com as várias descobertas coletadas pelas turmas em seus temas sobre índios.





Identidade

Objetivos:

Fazer com que o aluno se perceba indivíduo único dentro de um contexto coletivo e quanto suas preferências individuais, características físicas e psicológicas o diferem dos outros;

Levar a criança a perceber a importância da família na construção de sua identidade com a colaboração de sua educação e transmissão de costumes;

Proporcionar à criança a identificação e valorização de suas características naturais contribuindo para a elevação de sua auto-estima.

Conteúdos:

História de vida;

Constituição familiar;

Documentos pessoais;

Indícios da própria história.

Sequência:

Leitura do livro: Diversidade (Tatiana Belinky);

Brincadeira: “Quem sou eu?[1]

Ficha de preferência: cada dupla irá entrevistar a outra e registrar as preferências desta por meio de desenho. A ficha terá as seguintes perguntas: comida preferida, brincadeira preferida, cor preferida, melhor amigo;

Pesquisa para casa: quem escolheu meu nome e por quê?

Solicitar das famílias que mostrem a certidão de nascimento às crianças e coletem algumas informações que serão utilizadas em sala (fazer um trabalho de análise com a turma sobre a importância do documento e informações contidas nele – nome, data e hora de nasc. da criança, nome e sobre nome dos pais – lembrar que nosso nome tem os nomes dos nossos pais, etc);

Trazer objetos de quando eram bebês para organizar uma exposição na sala e apresentar aos colegas;

Brincadeira: “Todos gostam de mim[2]

Desenho “Como sou?’ – auto-retrato (apenas busto)

o Nesta atividade é importante trazer imagens de auto-retratos de artistas famosos para as crianças verem;

o Utilizar espelho para a elaboração do auto-retrato;

o Expor os trabalhos no corredor da sala para que os pais possam apreciar o trabalho.



[1] A brincadeira se estrutura como numa roda de conversa. Um participante inicia a brincadeira como se fosse uma batata quente, quando a “batata” parar a criança deve dizer: SOU ______, TENHO _____ ANOS, GOSTO QUANDO _________, DETESTO QUANDO___________. Depois disto, passa-se a continuação da brincadeira. Se a batata parar em alguém que já falou, esta criança escolhe outra para se apresentar.

[2] Brincadeira semelhante à “Coelhinho sai da toca”, porém, quem fica sem toca deve dizer... “TODOS GOSTAM DE MIM PORQUE... (sou alegre, sorridente, bonita, amiga, vaidosa, bondosa, chorona, brava, etc)”. Neste momento, todos que acharem ter a qualidade apresentada, trocam de lugar e quem ficou sem toca recomeça a brincadeira.